
Incorporar um robô humanoide não começa pelo robô, mas pelo processo que se quer resolver. Antes de pedir orçamento, convém ter claro que tarefa se quer cobrir, quantas horas por dia e com que resultado esperado.
Defina a tarefa, não o modelo
Um mesmo espaço pode precisar de um robô de limpeza, um de atendimento ao público ou nenhum dos dois. Descreva a tarefa com números: superfície, faixas horárias, volume de pessoas ou de peças, e o que acontece hoje quando falta pessoal.
Reveja o ambiente
Largura dos corredores, rampas, elevadores, portas automáticas, cobertura wifi e pontos de carregamento condicionam que modelos se adequam. Uma visita prévia evita surpresas no arranque.
Pense em quem o vai usar
A equipa que convive com o robô precisa de formação e de um procedimento claro para o dia a dia: arranque, incidências, limpeza e manutenção básica.
Calcule o retorno com dados próprios
Compare o custo do robô e da sua manutenção com as horas que liberta e com o custo atual da tarefa. Um projeto bem dimensionado sustenta-se com números, não com expectativas.